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MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O CLARINETE

Quando se vai comprar um clarinete, é indispensável que o músico experimente o instrumento, para verificar se o instrumento é ou não afinado. Instrumentos da mesma marca e o mesmo modelo, têm diferenças entre eles. Existem certas notas que são altas, e outras que são baixas. O músico terá que fazer as devidas compensações para que as notas soem afinadas. Numa orquestra, alguns naipes de clarinetes, preferem tocar com clarinetes da mesma marca e do mesmo modelo. Aquelas notas que levantam mais problemas de afinação entre os instrumentos, são aquelas que são tocadas com as chaves abertas – ( sol até sib ). Por vezes não se consegue uma boa afinação, porque não usamos uma boquilha adequada, ou um barrilete adequado. Por vezes problemas de calibragem, também têm influência na afinação. Por exemplo, se uma chave não abre o suficientemente depressa, produzirá um nota com afinação baixa. Por outro lado, se a chave estiver muito aberta, produzirá um som com afinação mais alta.

Tópico de teste – um bom clarinete, soará o mais afinado possível, e terá um som agradável. Mais, um bom clarinete soará sem grandes diferenças na sua sonoridade, quer se toque piano ou forte, quer se toque na região grave ou na região aguda. Se não se é um músico experimentado, é aconselhável procurar alguém que possa experimentar o instrumento que se quer comprar. É aconselhável usar num primeiro contacto com um instrumento novo, a mesma boquilha e o mesmo barrilete. Tocar algo simples, para que a concentração esteja dirigida ao som do instrumento. Umas escalas tocadas devagar, será um bom exercício para esta finalidade. Se for uma melodia, que seja uma melodia sem grande velocidade e sem ritmos complicados. Tocar passagens em piano e forte, em staccato e legato, e verificar a resposta do instrumento em todas estas situações. Se a opção for comprar um instrumento em segunda mão, os cuidados a ter terão que ser redobrados, atendendo a análise nas cortiças de junção, calços, verificar se o instrumento é feito de uma só peça de madeira, verificar se todas as notas respondem bem, verificar se tem fugas de ar, fechando todos os buracos da junção superior tapando com a outra mão a extremidade do tubo, e soprando pela outra extremidade. Fazer a mesma coisa com a junção inferior, atendendo às chaves de dó # e mib. Verificar as notas fá#/dó# e mi/si que são tocadas com o dedo mindinho da mão esquerda. Verificar a existência de rachas. Os sítios onde aparecem com mais frequência, são os buracos das notas lá e láb, e as chaves de trilo. Verificar cuidadosamente o barrilete e a boquilha. Nesta verificar se tem marcas dos dentes. Para finalizar, será conveniente que alguém com experiência possa fazer uma avaliação em termos de dinheiro, do instrumento em causa.

Boquilhas, abraçadeiras e barriletes - A sonoridade do instrumento depende acima de tudo do instrumentista, mas as boquilhas, as palhetas, os barriletes e até as abraçadeiras têm influência no som do instrumento. A escolha da boquilha, por exemplo, é muito importante quando se compra um instrumento novo ou usado, isto porque no caso dos instrumentos novos, normalmente vêm com boquilhas de fraca qualidade, ou boquilhas que fazem parte de séria dos instrumentos. Existem no mercado boquilhas que poderão satisfazer o nosso gosto em termos de som, boquilhas adequadas à nossa capacidade técnica. Quando compramos uma boquilha temos que ter em atenção a abertura, e a distância entre a ponta da boquilha e o sítio onde a palheta toca em primeiro lugar a boquilha. A janela ou corta vento é o espaço que é fechado pela palheta. Atrás da janela, fica a câmara. A parte que comunica entre a boquilha e o barrilete, chama-se cavidade de ligação. Cada marca de boquilha tem um som característico associado. Tudo depende daquilo que andamos à procura. As boquilhas alemãs e francesas, são muito diferentes nas suas dimensões. Por exemplo, as boquilhas francesas, têm aberturas mais pequenas, mas distâncias maiores onde a palheta toca a boquilha. Na hora de comprar uma boquilha, testar pelo menos 3, em intervalos de 15 minutos. Se usamos almofada na boquilha, deveremos usar almofada na boquilha a testar. Tem a vantagem de não deixar marcas dos dentes na boquilha. Usar no teste uma boa palheta, nova de preferência.

Para terminar, as marcas de boquilhas usam letras e números para identificar determinado modelo, mas estes números não dizem nada ao usuário comum. Por exemplo a boquilha B45 da Vandoren, é uma boquilha muito apreciada, mas pode ser substituída pela Leblanc L4 ou pela Selmer 120. Repare-se na diversidade dos números e das letras. O que interessa é saber as dimensões da abertura, o comprimento que a palheta usa para tocar na boquilha, as dimensões da câmara. Existem tabelas comparativas que podem elucidar mais facilmente o instrumentista na hora de escolher uma boquilha.

A abertura – as boquilhas francesas, têm aberturas entre os 0,039 e 0, 047 polegadas – ( 1 – 1,2 mm ). Esta diferença de medidas tem muita influência na performance do músico. Para principiantes recomenda-se uma boquilha de abertura média – 0,045 polegadas, onde a afinação consegue-se com maior facilidade, e não é preciso muito ar.

Para converter polegadas em milímetros, multiplicar por 25,4. por exemplo, uma boquilha com abertura de 0,050 polegadas, terá 0,050x 25,4 = 1,27 mm.

As aberturas das boquilhas variam de clarinete para clarinete. Pró exemplo a abertura média de uma boquilha de clarinete baixo, é de 1,5 a 2 mm.

O comprimento onde a palheta toca a boquilha – esta medida tem muita influência no som produzido. Um comprimento menor, proporcionará um som mais suave, enquanto um comprimento maior produzirá um som mais brilhante e aberto. Esta medida varia entre 0,710 e 0,865 polegadas.

Todos os parâmetros de uma boquilha terão influência no resultado final no que a emissão e projecção do som se refere.

Materiais – muitas boquilhas são feitas num material em ebonite – ( borracha muito dura ), mas também podem ser feitas de plástico, cristal, metal, madeira e outros matérias. As boquilhas feitas em ebonite sofrem desgaste ao longo do tempo, principalmente devido à limpeza que é necessário fazer ao fim de cada sessão de trabalho, e devido ao batimento da palheta pelo efeito de vibração na boquilha. Muitos clarinetistas usam almofadas de protecção na boquilha. Este acessório pode ter influência no som, pois amortece as vibrações provocada pela palheta nos dentes. Este acessório vem em diferentes espessuras e materiais. Deverá ser escolhido a critério do instrumentista.

As boquilhas alemãs têm aberturas menos acentuadas – ( entre 0,025 e 0,040 polegadas, ou 0,65- 1 mm ) que as francesas, mas comprimentos de base maiores –( entre 0,730 e 0,985 polegadas ou 18,5 a 25 mm ) .

Existem muitas marcas de boquilhas. Vandoren, que também fabrica palhetas é o maior fabricante. Muitas marcas de clarinetes têm as suas boquilhas, que por vezes são feitas por outra empresa. A empresa Ernst Schreiber,é um exemplo desta situação, fabricando também as suas próprias boquilhas da marca Ems. Existem pequenos fabricantes que produzem boquilhas bastante caras: Charles Bay, Brilhart, Giglioti, Hite, Piet Jeegers, Lakey, Pomarico, Woodwind, Viotto(Alemanha) e Zinner.

Barriletes – esta peça é usada em primeiro lugar para alterar a afinação do instrumento, mas também tem influência no som, na afinação como já se disse, e na facilidade com que o som é emitido. Instrumentos de qualidade, vêm com dois barriletes, sendo um sensivelmente 2mm mais curto que o outro. O barrilete é uma peça não consensual entre os instrumentistas. Esta peça existe também com regulação. O tamanho varia entre os 60 a 80 mm. Esta peça pode ser feita em ebonite, em madeira, bronze, grenadilha. A dimensão do buraco e o seu formato do barrilete, também como já foi dito, tem influência no som, na afinação e a resposta do instrumento.

Tudel – quando tocamos um clarinete baixo, o barrilete é substituído por um tudel metálico. O formato desta peça também varia sendo a curvatura mais ou menos acentuada.

Ligaduras – esta peça também entra no jogo do som do instrumento. Podem ser invertidas, quando os parafusos estão posicionados na parte superior da boquilha, em vez da parte inferior. Além das tradicionais ligaduras de metal, esta peça também é feita em couro, plástico maleável. Muitos clarinetistas alemães usam ainda um fio para fixar a palheta na boquilha. Tem-se a ideia que uma ligadura de material flexível, também contribui para um som mais suave. Uma parte importante da ligadura é a sua base, em que os pontos de contacto entre a palheta e a ligadura são reduzidos ao mínimo. Teoricamente, esta situação contribui para uma liberdade de vibração da palheta muito maior, repercutindo-se na abertura do som, e o instrumento responde mais facilmente. Existem empresas especialistas no fabrico desta peça, como a BG, Rovner, Oleg e Winslow.

Palhetas – as palhetas estão para os clarinetistas, como as cordas estão para os guitarristas ou violinistas. Afecta a maneira como tocamos, a sonoridade, mas como temos que trocar de palheta com frequência, existem muitas diferenças entre elas, inclusivamente é difícil encontrar uma boa palheta. Existem alguns procedimentos que podem tornar decente uma palheta, assim como fazê-la mais durável.

A diferença imediata entre as palhetas é a sua grossura. É possível se uma palheta é dura ou branda, através do seu número. Muitos fabricantes numeram as palhetas de 1 até 5, e também em meios pontos. Quanto mais alto é o número, mais forte é a palheta. Estas medidas não têm equivalência exacta entre os fabricantes, sendo mais uma referência aproximada. Numa caixa de palhetas, haverá palhetas boas, regulares e más. A sua dureza também varia, mesmo sendo palhetas do mesmo número. Outra diferença entre o corte de palheta francês e o outro corte usado, é que o corte francês tem mais imã parte extra, além de parte cortada propriamente dita. Este corte, proporciona uma melhor resposta, principalmente no registo grave. Esta corte é conhecido como “ double cut “, e o outro é conhecido por “ single cut “. Para as boquilhas alemãs e austríacas existem palhetas com um corte diferente da palheta francesa, mas alguns clarinetistas usam estas palhetas nas boquilhas francesas. Olhando uma palheta com uma luz verificamos um V invertido que poderá indiciar sobre a qualidade da palheta. Devemos usar várias palhetas, pois conseguiremos obter um lote de qualidade que poderemos ir alternando. Alguns clarinetistas, preparam as suas palhetas. Esta operação deve ser feita quando já se tem experiência. Assim sendo, se a palheta está muito dura, pode-se fazer um devaste em zonas específicas da palheta. Se pelo contrário, a palheta está muito branda, usando um cortador de palhetas, ferramenta à venda no comércio, fazemos um corte entre 1 – 1,5 mm. Para terminar, nunca é demais lembrar que estas operações deverão ser feitas com muito cuidado. Evitar manusear a parte central da zona de corte, que é o coração da palheta. Alguns clarinetistas preferem ainda fazer as suas próprias palhetas.

Existem alguns procedimentos que prolongam a vida útil da palheta : - depois de usar, passar a palheta por água limpa. Depois passar a palheta por entre o polegar e o indicador, guardando-a de seguida num porta palhetas próprio. Não tocar muito tempo na mesma palheta. Uma solução de peróxido de hidrogénio a 3%, contraria o efeito da saliva na palheta. Colocar a palheta nesta solução durante a noite, e para voltar a usar secar muito bem.

Palhetas de plástico ou em material sintético também estão disponíveis no mercado, das marcas Bari, Fiberreed, Fibracel, Hahn e Légère. Estas palhetas têm uma durabilidade muito maior, não precisando ser molhadas antes de usar. Existe ainda a possibilidade de usar uma palheta de cana com um banho de plástico da marca Rico Plasticover. A empresa americana Rico, faz palhetas que são vendidas sob as marcas La Voz, Mitchell Lurie. As companhias Brancher, Glotin, Marca, Rigotti, Selmer e Vandoren, são empresas francesas, feitas em cana. Outras marcas do mercado são: Alexander Superial – (Japão ), Vintage reeds – ( Austrália ), RKM e Zonda.

Antes e depois: vamos falar agora dos procedimentos que devemos seguir antes e depois de usar o instrumento, assim como alusões a estantes e outros acessórios.

Diferenças de temperatura bruscas, podem causar danos no instrumento. Por isso é necessário fazer um aquecimento gradual, soprando ar para dentro do instrumento, até que esta atinja a temperatura do nosso corpo. As nossas mãos ou um pano embrulhado no instrumento, também podem ajudar no aquecimento e na manutenção da temperatura enquanto não tocamos. Antes de tirar o instrumento da caixa, verificar a posição de cada uma das peças, para não haver trocas quando arrumar-mos o instrumento. O uso de gordura especial para as cortiças de junção, é muito importante, já que além de conservar a cortiça, também ajuda a uma perfeita vedação das juntas de vedação. Nunca tirar a junção superior e inferior, agarrando pelas chaves. Usar um dedo para levantar o instrumento pela extremidade e depois tirar. Em primeiro lugar, faz-se a união entre a campânula e a junção inferior. Seguidamente a junção inferior com a junção superior, seguida do barrilete e boquilha. Cuidado especial deverá ter a união entre a junção superior e inferior, pois existem chaves na extremidade destas, que se complementam mecanicamente, pelo que esta operação deverá ser feita com muito cuidado. Depois destas operações, colocar a palheta seguindo procedimentos óbvios, como humedecer a palheta – se esta for de cana -, coloca-la à face da boquilha, colocar a abraçadeira no local apropriado, apertando levemente os parafusos, para que a palheta possa vibrar com maior facilidade. Todas as peças do clarinete deverão estar alinhadas, estando o instrumento pronto para tocar. Podemos verificar este alinhamento, olhando por dentro do instrumento desde a boquilha até à campânula.

Antes de começar a tocar, o instrumento deverá estar afinado. Para esta operação é usual deixar a boquilha separada da junção superior entre 1 e 2 mm. Em orquestras e algumas bandas, usa-se a nota lá como referência. Isto quer dizer que no clarinete em sib, deveremos tocar a nota si. Em bandas filarmónicas é usual afinar com a nota sib, pois muitos metais são afinados precisamente em sib. Neste caso, deveremos tocar a nota dó. Usa-se ainda a nota sol aberta, ou o ré, ppis são notas mais estáveis que si – (soando lá ). A referência para a afinação, pode ser dada por um diapasão, ou também podemos usar afinadores electrónicos ou ainda um piano. No processo de afinação, não devemos afinar apenas uma nota, pois o instrumento não é perfeitamente calibrado. Se afinarmos com a nota sol, deveremos ouvir também a nota mi mais aguda e também a nota mi mais grave, e ainda a nota si – (notas do acorde mi menor). Ouvir bem os intervalos entre estas notas. Se afinarmos com a nota dó, deveremos tocar também a nota mi e sol – (notas do acorde dó maior). Depois de tocar uns 10 minutos, o instrumento já aqueceu o suficiente, e a tendência é ficar alto. Deveremos fazer um novo ajuste na afinação.

Depois de tocar, e antes de arrumar o instrumento na caixa, deveremos proceder a uma higiene apropriada: limpar a palheta e coloca-la num porta palhetas próprio, que tem um sistema desumidificador; tirar a boquilha, colocar o instrumento em posição vertical e limpar o interior com pano ou material próprio para este fim; não esquecer de limpar as chaves, os buracos e as sapatilhas.

Quando tocamos muito tempo e precisamos de fazer uma pausa, o melhor será colocar o instrumento em posição vertical em estante própria para o efeito. Nunca deixar o instrumento num sítio muito quente ou muito frio. Se o instrumento é muito valioso, é de considerar fazer um seguro.

Cada instrumento trás a sua caixa, mas existem no mercado alternativas interessantes. O estojo mais comum é o de cinco compartimentos, embora existam estojos com 2, 3, 4, 5, e 7 compartimentos. Existem ainda estojos em forma de mochila, mais espaçosos, com compartimento para partituras, estante, etc.

A nível de microfones para clarinete, além de poderem ser amplificados com microfones normais, existem microfones específicos para este instrumento da marca SD Systems.

Manutenção – cada músico, poderá fazer uma manutenção adequada, mas não dispensa uma ida a um técnico, para uma revisão periódica. As boquilhas em ebonite, devem ser lavadas com água morna, mas sem usar detergentes, vinagre, pois estas substâncias interferem com a aparência da peça. Um mecanismo cromado, deverá ser limpo com um pano seco. Se o mecanismo for prateado, podemos usar um pano específico para este tipo de panos. Não usar produtos para limpar pratas, pois causam desgaste da camada de prata, além de que podem ser bastante abrasivos. Uma rápida descoloração das chaves prateadas, pode ser devido à nossa transpiração, e inclusivamente ao tipo de alimentação, como a ingestão de ovos e espinafres, que se reflecte no suor. Alguns medicamentos podem ter o mesmo efeito, ou mesmo alguma borracha esquecida no estojo, ou algum material plástico, como por exemplo, ma boquilha.

A melhor maneira de olear o mecanismo do instrumento, é desmanchá-lo completamente, limpando os eixos, as molas, e depois olear convenientemente. Se o músico decide fazer esta operação sem desmanchar o instrumento, então usar a menor quantidade de óleo possível. A melhor maneira de fazer esta operação, será com a ponta de uma chave de fenda pequena, olear todas as dobradiças existentes no instrumento, com óleo especial para este efeito, que é comprado em casas da especialidade. Ter cuidado com as sapatilhas, pois o óleo é muito prejudicial, não usar óleo em excesso, e para terminar, não olear enquanto o mecanismo funcionar suavemente. Para limpar os espaços entre chaves e entre eixos, podemos usar um pincel pequeno, suave – ( pincel de pintor artístico ). Experimentar o instrumento, depois desta operação, e se o problema persistir, poderá ser um problema de desgaste, ou outro tipo de problema mais complicado. Neste caso, recomenda-se uma visita a um técnico. Para limpar os buracos, podemos usar o vulgar cotonete, rendo o cuidado de não deixar algum bocado de algodão dentro do buraco. Verificar o estado dos aros, pois estes podem sofrer alterações com mudanças de temperatura e humidade. Alguns músicos acham que oleando os buracos, prevêem-se eventuais rachadelas, mas isto não é um dado adquirido. Para olear a madeira do instrumento, será conveniente a sua desmontagem, e depois podemos usar óleo de amêndoas doces, ou algum óleo especial à venda para o efeito. Para terminar, dizer eu devemos olear a madeira com quantidades pequenas de óleo, que este penetra na madeira, criando uma película protectora, e em suma, prolongando a vida do instrumento.

Um clarinete novo, deverá ser revisto no período de 6 meses a um ano. Depois deste período, uma vez cada dois anos, deverá ser suficiente, dependendo do uso. Uma revisão profunda, que pode incluir um novo sapatilhamento, substituição de molas, substituição de cortiças, calços, etc, deverá ser feita entre os 5 e os 10 anos. Verificar no final deste serviço, a regulação do instrumento.

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